PEPAC Portugal (saiba mais)

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Documentos Prioridades | Eixos de Intervenção | Modelo de Governação | Avaliação

 

 Documentos       PEPAC

  

 Prioridades

A articulação coerente dos diferentes tipos de intervenções disponíveis, em ambos os pilares da PAC, permitirá promover a Visão associada ao PEPAC Portugal:

«Uma gestão ativa de todo o território baseada numa produção agrícola e florestal inovadora e sustentável»

 

  • Atividade produtiva suportada no princípio de uma "gestão ativa" do território
  • Solo como principal ativo dos agricultores e produtores florestais e associado ao uso dos restantes recursos naturais
  • Sustentabilidade económica, social e ambiental permitindo assegurar a resiliência e a vitalidade das zonas rurais
  • Desenvolvimento do setor baseado no conhecimento

   

Eixos de Intervenção

O PEPAC é de âmbito Nacional, incorporando na sua arquitetura as especificidades das Regiões Autónomas, designadamente na componente do Desenvolvimento Rural - 2º pilar da PAC.

A arquitetura do PEPAC está alinhada com a Lógica de Intervenção: inclui as intervenções que respondem às necessidades nacionais identificadas (fundamentadas nas 9 análises SWOT relativas aos Objetivos Específicos (OE) + SWOT Objetivo Transversal (OT) do Regulamento (UE) 2021/2115, que por sua vez estão fundamentados em Diagnósticos, por OE, que refletem a realidade de Portugal).

Está alinhado com o modelo de desempenho: 29 indicadores de Impacto, 44 Indicadores de Resultado e 37 Indicadores de Realização.

A arquitetura do PEPAC reflete a organização por pilar da PAC e enquadra as seguintes tipologias de intervenção:

  • Orientadas para determinado objetivo
  • Integradas quer ao nível setorial, quer territorial
  • Específicas para as Regiões Ultra Periféricas (RUP)

O PEPAC Portugal encontra-se estruturado em seis eixos de Intervenção, de aplicação diferenciada a nível regional. 

   

Pilar / Tipologia  Orientada   Integrada Específica das RUP  
 1.º Pilar

 Eixo A

Rendimento e sustentabilidade

RENDIMENTO E SUSTENTABILIDADE

 

 EIXO B

Abordagem setorial Integrad

ABORDAGEM SETORIAL INTEGRADA

 

 

 

 

 

 2.º Pilar

 EIXO C

Desenvolvimento Rural

DESENVOLVIMENTO RURAL

 

 EIXO D

Abordagem Territorial Integrada

ABORDAGEM TERRITORIAL INTEGRADA

 

EIXO EDesenvolvimento Rural

DESENVOLVIMENTO RURAL

R.A. AÇORES

EIXO FDesenvolvimento Rural

DESENVOLVIMENTO RURAL

R.A. MADEIRA

       

 

EIXO A 

RENDIMENTO E SUSTENTABILIDADE

Consiste nas intervenções de pagamentos diretos do 1º pilar, e agrega o apoio ao rendimento base, os apoios associados ao rendimento «animais» e «superfícies», o Pagamento aos pequenos agricultores, o Pagamento redistributivo complementar ao rendimento, bem como os regimes ecológicos, como p. ex., a Agricultura Biológica e a Produção Integrada – Culturas Agrícolas.
DOMÍNIO A.1 - RENDIMENTO E RESILIÊNCIA
A.1.1 - Apoio ao rendimento base

A.1.2 - Apoio Associado

A.1.2.1 - Pagamento vaca em aleitamento
A.1.2.2 - Pagamento aos pequenos ruminantes
A.1.2.3 - Pagamento leite de vaca
A.1.2.4 - Pagamento ao arroz
A.1.2.5 - Pagamento para o tomate para indústria
A.1.2.6 - Pagamento às proteaginosas
A.1.2.7 - Pagamento aos cereais praganosos
A.1.2.8 - Pagamento ao milho grão
A.1.2.9 - Pagamento ao milho silagem
A.1.2.10 - Pagamento à multilicação de sementes certificadas
A.1.2.11 - Pagamento específico ao algodão

DOMÍNIO A.2 - EQUIDADE

A.2.1 - Pagamento aos pequenos agricultores
A.2.2 - Apoio redistributivo complementar

 

DOMÍNIO A.3 - SUSTENTABILIDADE (ECORREGIMES)

A.3.3 - Gestão do solo 
A.3.3.1 - Maneio da pastagem permanente
A.3.3.2 - Promoção da fertilização orgânica
A.3.4 - Melhorar a eficiência alimentar animal para redução das emissões de GEE
A.3.5 - Bem-estar animal e uso racional de antimicrobianos
A.3.6 - Práticas promotoras da biodiversidade

 

EIXO B 

ABORDAGEM SETORIAL INTEGRADA

Inclui também intervenções do 1º pilar, e agrega os apoios sectoriais previstos para o setor da fruta e dos produtos hortícolas, do setor da apicultura e do setor da vitivinicultura, como p.ex. a Reestruturação e Reconversão de Vinhas. 

DOMÍNIO B.1 - PROGRAMA NACIONAL PARA APOIO AO SETOR DA FRUTA E DOS PRODUTOS HORTÍCOLAS

B.1.1 - Gestão do solo
B.1.2 - Gestão da água
B.1.3 - Gestão de energia
B.1.4 - Gestão de resíduos
B.1.5 - Proteção das culturas
B.1.6 - Instalação e restruturação
B.1.7 - Produção experimental
B.1.8 - Aconselhamento e assistência técnica
B.1.9 - Formação
B.1.10 - Comercialização
B.1.11 - Promoção, comunicação e marketing
B.1.12 - Rastreabilidade e qualidade
B.1.13 - Avaliação e certificação ambiental
B.1.14 - Fundos mutualistas
B.1.15 - Reposição de potencial produtivo
B.1.16 - Retiradas do mercado
B.1.17 - Seguros de colheita 

DOMÍNIO B.2 - PROGRAMA NACIONAL PARA APOIO AO SETOR DA APICULTURA

B.2.1 - Assistência Técnica aos apicultores e organização de apicultores
B.2.2 - Luta contra a varroose
B.2.3 - Combate à vespa velutina (vespa asiática)
B.2.4 - Apoio à transumância
B.2.5 - Análises de qualidade do mel ou outros produtos apícolas
B.2.6 - Apoio à aquisição de rainhas autóctones selecionadas
B.2.7 - Apoio a projetos de investigação aplicada
B.2.8 - Melhoria da qualidade dos produtos apícolas 

 

DOMÍNIO B.3 - PROGRAMA NACIONAL PARA APOIO AO SETOR DA VITIVINICULTURA

B.3.1 - Destilação de subprodutos da vinificação
B.3.2 - Promoção e comunicação nos países terceiros
B.3.3 - Reestruturação e conversão de vinhas (Biológica)
B.3.4 - Reestruturação e conversão de vinhas
B.3.5 - Seguros de colheitas
B.3.6 - Investimentos em ativos tangíveis e intangíveis
B.3.7 - Colheita em verde 
 

EIXO C 

DESENVOLVIMENTO RURAL (Continente)

Relativo ao 2º pilar da PAC, agrega as intervenções relativas aos compromissos agroambientais e de clima, e os relativos à manutenção de atividade em zonas com condicionantes naturais, bem como, as intervenções de investimento: na exploração agrícola (modernização, desempenho ambiental, não produtivo e jovem agricultor) na bioeconomia, na silvicultura sustentável e na gestão de riscos. Integra ainda, o prémio à instalação de jovens agricultores, os seguros agrícolas, o apoio à organização da produção e o apoio à promoção do conhecimento (grupos operacionais, formação, aconselhamento e acompanhamento técnico).

DOMÍNIO C.1 - GESTÃO AMBIENTAL E CLIMÁTICA

C.1.1 - Compromissos Agroambientais e Clima
C.1.1.1 - Uso eficiente dos Recursos Naturais
C.1.1.1.1 - Conservação do solo
C.1.1.1.1.1 - Sementeira direta
C.1.1.1.1.2 - Enrelvamento
C.1.1.1.1.3 - Pastagens biodiversas

C.1.1.1.2 - Uso eficiente da água

C.1.1.2 - Manutenção de sistemas extensivos com valor ambiental ou paisagistico
C.1.1.2.1 - Montados e Lameiros
C.1.1.2.2 - Culturas permanentes e paisagens tradicionais
C.1.1.3 - Mosaico Agroflorestal
C.1.1.4 - Manutenção de Raças Autóctones
C.1.1.5 - Conservação e melhoramento de recursos genéticos (animais, vegetais e florestais)
C.1.1.6 - Apoio à apicultura para a biodiversidade
C.1.1.7 - Produção Integrada (PRODI) - Culturas agrícolas
C.1.1.8 - Agrivcultura biológica (conversão e manutenção)
 
C.1.2 - Manutenção da atividade agrícola em zonas com condicionantes
C.1.2.1 - Apoio às zonas com condicionantes naturais
C.1.2.2 - Pagamento Rede Natura

 

DOMÍNIO C.2 - INVESTIMENTO E REJUVENESCIMENTO

C.2.1 - Investimentos na exploração agrícola
C.2.1.1 - Investimento produtivo agrícola - Modernização
C.2.1.2 - Investimento agrícola para melhoria do desempenho ambiental
C.2.1.3 - Investimentos não produtivos
C.2.1.4 - Investimento produtivo agrícola - Modernização e melhoria do desempenho ambiental apoiado por instrumento financeiro
 
C.2.2 - Instalação de Jovens Agricultores
C.2.2.1 - Prémio instalação jovens agricultores
C.2.2.2 - Investimento produtivo jovens agricultores
C.2.2.3 - Investimento produtivo de jovens agricultores apoiado por instrumento financeiro

DOMÍNIO C.3 - SUSTENTABILIDADE DAS ZONAS RURAIS

C.3.1 - Investimentos na bioeconomia de base agrícola/florestal
C.3.1.1 - Investimento produtivo bioeconomia - Modernização
C.3.1.2 - Investimento na bioeconomia para melhoria do desempenho ambiental
C.3.1.3 - Investimento produtivo na bioeconomia - Modernização e melhoria do desempenho ambiental apoiado por instrumento financeiro
 
C.3.2 - Silvicultura sustentável
C.3.2.1 - Florestação de terras agrícolas e não-agrícolas
C.3.2.2 - Instalação de sistemas agroflorestais
C.3.2.3 - Prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos
C.3.2.4 - Restabelecimento do potencial silvícola na sequência de catástrofes naturais, de fenómenos climatéricos diversos ou de acontecimentos catastróficos
C.3.2.5 - Promoção dos serviços de ecossistema
C.3.2.6 - Melhoria do valor económico das florestas
C.3.2.7 - Gestão da fauna selvagem
C.3.2.8 - Prémio à perda de rendimento e à manutenção de investimentos florestais
 

DOMÍNIO C.4 - RISCO E ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

C.4.1 - Gestão de riscos
C.4.1.1 - Seguros
C.4.1.2 - Prevenção de calamidades e catástrofes naturais
C.4.1.3 - Restabelecimento do potencial produtivo
C.4.1.4 - Fundo de emergência rural
C.4.2 - Apoios à promoção de produtos de qualidade
C.4.3 - Organização da produção
C.4.3.1 - Criação de agrupamentos e organização de produtores
C.4.3.2 - Organizações Interprofissionais

 

DOMÍNIO C.5 - CONHECIMENTO

C.5.1 - Grupos operacionais para a Inovação
C.5.2 - Formação e informação
C.5.3 - Aconselhamento
C.5.4 - Conhecimento agroambiental e climático
C.5.5 - Acompanhamento técnico especializado - intercâmbio de conhecimento 

 

 

EIXO D 

ABORDAGEM TERRITORIAL INTEGRADA

Agrega intervenções do 2º pilar da PAC, numa perspetiva territorial e integrada, que visam o desenvolvimento local de base comunitária LEADER, os regadios coletivos sustentáveis e ainda os programas de ação em áreas sensíveis (relativos aos compromissos agroambientais e de clima com acompanhamento técnico). 

DOMÍNIO D.1 - DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA

D.1.1 - Estratégias de Desenvolvimento Local
D.1.1.1 - Implementação das Estratégias
D.1.1.2 - Cooperação
D.1.2 - Gestão, acompanhamento e avaliação da estratégia e sua animação

 

DOMÍNIO D.2 - PROGRAMAS DE AÇÃO EM ÁREAS SENSÍVEIS

D.2.1 - Planos zonais agroambientais
D.2.2 - Gestão do montado por resultados
D.2.3 - Gestão integrada em zonas críticas
D.2.4 - Proteção de espécies com estatuto em superfície agrícola
D.2.5 - Proteção de espécies com estatuto e silvo-ambientais

DOMÍNIO D.3 - REGADIOS COLETIVOS SUSTENTÁVEIS

D.3.1 - Desenvolvimento do regadio sustentável
D.3.2 - Melhoria da sustentabilidade dos regadios existentes
 

  

EIXO E 

DESENVOLVIMENTO RURAL

(R.A. Açores)

Agrega intervenções do 2º pilar da PAC e integra as intervenções do Desenvolvimento Rural da Região Autónoma dos Açores. 

DOMÍNIO E.1 - FORMAÇÃO E INTERCÂMBIO 

E.1.1 - Formação profissional e aquisição de competências

 

DOMÍNIO E.2 - ACONSELHAMENTO (SAAF)

E.2.1 - Criação de serviços de aconselhamento agrícola e florestal
E.2.2 - Prestação de serviços de aconselhamento agrícola e florestal

 

DOMÍNIO E.3 - INVESTIMENTO AGRÍCOLA

E.3.1 - Melhoria do desempenho das explorações agrícolas
E.3.2 - Produção em regimes de qualidade

 

DOMÍNIO E.4 - INVESTIMENTO NA TRANSFORMAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS

E.4.1 - Apoio à transformação, comercialização e desenvolvimento de produtos agrícolas

 

DOMÍNIO E.5 - DESENVOLVIMENTO DE INFRAESTRUTURAS

E.5.1 - Infraestruturas de apoio às explorações agrícolas
E.5.2 - Infraestruturas florestais (caminhos)

 

DOMÍNIO E.6 - ATENUAR CATÁSTROFES 

E.6.1 - Ações preventivas
E.6.2- Ações de restauração 

 

DOMÍNIO E.7 - INSTALAÇÃO DE JOVENS AGRICULTORES 

E.7.1– Apoio à instalação de jovens agricultores

 

DOMÍNIO E.8 - INVESTIMENTO FLORESTAL

E.8.1- Investimentos florestais
E.8.2- Melhoria da resiliência e do valor ambiental dos ecossistemas florestais - Não produtivos 

 

DOMÍNIO E.9 - CRIAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES

E.9.1– Criação de agrupamentos e organizações de produtores 

DOMÍNIO E.10 - MEDIDAS AGROAMBIENTAIS E CLIMÁTICAS

E.10.1- Agricultura biológica - Conversão e manutenção
E.10.2- Conservação de curraletas e lajidos da cultura da vinha
E.10.3- Conservação de pomares tradicionais dos Açores
E.10.4 - Conservação de sebes vivas para a proteção de culturas hortofrutiflorícolas, plantas aromáticas e medicinais
E.10.5- Manutenção da extensificação da produção pecuária
E.10.6- Proteção da raças autóctones
E.10.7- Compensações a zonas agrícolas Incluídas nos planos de gestão das bacias hidrográficas
E.10.8- Conservação e melhoramento de recursos genéticos animais

 

DOMÍNIO E.11 - MEDIDAS SILVOAMBIENTAIS E CLIMÁTICAS

E.11.1- Compromissos silvoambientais
E.11.2- Prémio à perda rendimento e à manutenção de investimentos florestais

 

DOMÍNIO E.12 - ZONAS COM CONDICIONANTES NATURAIS  

E.12.1- Zonas afetadas por condicionantes específicas (MAAZD)

 

DOMÍNIO E.13 - ZONAS COM DESVANTAGENS ESPECÍFICAS

E.13.1- Compensação em áreas florestais Natura 2000

 

DOMÍNIO E.14 - COOPERAÇÃO PEI

E.14.1– Cooperação para a Inovação

 

DOMÍNIO E.15 - GESTÃO DE RISCOS - SEGUROS

E.15.1- Gestão de riscos – Seguro de colheitas

 

DOMÍNIO E.16 - ABORDAGEM LEADER

E.16.0 – LEADER
E.16.1 - EDL - Implementação das estratégias de Desenvolvimento Local
E.16.2 - Gestão, acompanhamento, avaliação e animação dos GAL

 

 

 

 

 

EIXO F 

DESENVOLVIMENTO RURAL

(R.A. Madeira)

Agrega intervenções do 2º pilar da PAC e integra as intervenções do Desenvolvimento Rural da Região Autónoma da Madeira.
 

DOMÍNIO F.1 - INVESTIMENTOS AGRÍCOLAS

F.1.1 - Investimento nas explorações agrícolas
F.1.2 - Investimento associado à instalação de jovens agricultores
F.1.3 - Investimento na transformação e comercialização de produtos agrícolas
F.1.4 - Investimento em regadios coletivos
F.1.5 - Investimento nas acessibilidades às explorações agrícolas
F.1.6 - Restabelecimento do potencial de produção agrícola
F.1.7 - Investimentos não produtivos

 

DOMÍNIO F.2 - INVESTIMENTOS FLORESTAIS

F.2.1 - Investimento na florestação e arborização
F.2.2 - Investimento na criação e regeneração de sistemas agroflorestais
F.2.3 - Prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos
F.2.4 - Investimento no restabelecimento da floresta
F.2.5 - Investimento na melhoria da resiliência e valor ambiental das florestas
F.2.6 - Apoio a investimentos em tecnologias florestais e na transformação e comercialização de produtos silvícolas

 

DOMÍNIO F.3 - LEADER

F.3.1 - Tipologias de apoio mobilizadas pelo LEADER
F.3.1.1 - Apoio às PMEs e microempresas em meio rural
F.3.1.2 - Apoio aos serviços básicos para a população rural
F.3.1.3 - Apoio à produção e utilização de energias renováveis, bioeconomia e circularidade
F.3.1.5 - Formação e informação de agentes de desenvolvimento local
F.3.1.6 - Cooperação interterritorial e transnacional
F.3.2 - Funcionamento e Animação

 

DOMÍNIO F.4 - INSTALAÇÃO DE JOVENS AGRICULTORES

F.4.1 - Prémio à instalação de jovens agricultores

 

DOMÍNIO F.5 - SEGUROS

F.5.1 - Prémio de seguro de colheitas, animais e plantas

DOMÍNIO F.6 - APOIO A ZONAS COM CONDICIONANTES NATURAIS OU ESPECÍFICAS

F.6.1 - Apoio a zonas com condicionantes naturais ou específicas - Madeira
F.6.2 - Apoio a zonas com condicionantes naturais ou específicas - Porto Santo

 

DOMÍNIO F.7 - PAGAMENTOS NATURA 2000

F.7.1 - Pagamentos Natura 2000 e Diretiva-Quadro da Água

 

DOMÍNIO F.8 - COMPROMISSOS AGROAMBIENTAIS E CLIMÁTICOS 

F.8.1 - Apoio ao regime de produção integrada
F.8.2 - Manutenção de muros de suporte de terras
F.8.3 - Apoio ao modo de produção biológico
F.8.4 - Preservação de pomares de futos frescos e vinhas tradicionais
F.8.5 - Controlo de espécies invasoras
F.8.6 - Manutenção de muros de pedra de croché em Porto Santo
F.8.7 - Manutenção de estruturas vitícolas tradicionais
F.8.8 - Compromissos silvoambientais e climáticos
F.8.9 - Apoio à conservação e utilização de recursos genéticos agrícolas e florestais
F.8.10 - Prémio à manutenção e perda de rendimento de investimentos florestais
F.8.11 - Apoio à apicultura 

 

DOMÍNIO F.9 - COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO

F.9.1 - Grupos Operacionais
 

DOMÍNIO F.10 - REGIMES DE QUALIDADE

F.10.1 - Apoio à participação em regimes de qualidade 

 

DOMÍNIO F.11 - INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTOS

F.11.1 - Formação profissional
F.11.2 - Ações de informação

 

DOMÍNIO F.12 - SERVIÇOS DE ACONSELHAMENTO

F.12.1 - Criação de serviços de aconselhamento
F.12.2 - Utilização de serviços de aconselhamento

 

 

 ASSISTÊNCIA TÉCNICA
  •  Assistência Técnica Continente
  • Assistência Técnica RAA
  • Assistência Técnica RAM

  

 

Modelo de Governação

 Modelo Governacao

  

  

 

 

 Histórico - Processo Negocial  

 

Contactos

Email: [email protected]

Telefone: (+351) 213 234 600

Encarregado Proteção Dados:
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Data de atualização

05-06-2026    

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