Documentação 2021-2025
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O estudo visa quantificar o contributo dos sectores Agricultura, Floresta e Outros Usos do Solo (AFOLU), para uma redução global de emissões de gases com efeito de estufa (GEE que estabilize um aumento de temperatura para 1.5 e 2ºC. Trata-se de aplicar um modelo económico que permite suportar decisões de mitigação. |
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O sequestro líquido de carbono no solo em terras agrícolas poderia compensar 4% das emissões globais anuais de gases com efeito de estufa (GEE) induzidas pelo homem durante o resto do século e dar um contributo importante para o cumprimento das metas do Acordo de Paris. O estudo recomenda opções de política para aumentar as reservas globais de carbono no solo. |
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Este estudo investiga se as reformas da política agrícola poderiam ajudar a amortecer os impactos das alterações climáticas na agricultura, facilitando a deslocalização da produção e do comércio internacional. Utiliza um modelo quantitativo para avaliar os efeitos económicos e ambientais da remoção de políticas que distorcem o mercado no âmbito das alterações climáticas. |
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Os resultados do estudo apontam para que a combinação de políticas verdes de dissociação e de investimento nos países da OCDE reduziria as emissões agrícolas globais em 5% – ou em 11% se alargadas a outras regiões – ao mesmo tempo que equilibrava os resultados nas três dimensões do triplo desafio dos sistemas alimentares (produtividade, segurança alimentar e desempenho ambiental). |
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O PIMA-AFOLU apresenta as estratégias e medidas que os países utilizam para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, como plataforma de partilha do conhecimento e de suporte à avaliação do impacto das políticas públicas de mitigação das alterações climáticas nos setores AFOLU. Contém mais de 1 300 políticas que apoiam direta ou indiretamente os esforços de mitigação em 44 países da OCDE e do G20. Cerca de dois terços destas políticas (económicas, regulamentares e outras) foram criadas ou implementadas na última década para um amplo âmbito de domínios (por exemplo, biodiversidade, água e alterações climáticas). |
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A base de dados PIMA-AFOLU da OCDE contém informação sobre instrumentos de políticas de mitigação direta e indireta dos gases com efeito de estufa (GEE), para a redução das emissões e do sequestro de carbono pelos sectores da agricultura, florestas e outros usos do solo (AFOLU) dos países da OCDE e do G20.( Dashboard Portugal) |
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Este artigo aborda os desafios colocados pelos riscos climáticos à sustentabilidade dos sistemas agrícolas existentes. Explora exemplos de transformação agrícola em resposta às alterações climáticas e enquadra a adaptação transformadora em função da profundidade (extensão das alterações face ao “sistema atual”), da amplitude (escala de adoção) e da velocidade das alterações (ritmo de implementação). As conclusões destacam lições de esforços passados, identificam barreiras à adaptação transformadora, examinam como as políticas públicas podem abordar eficazmente estes desafios e oferecem informações valiosas para melhorar a resiliência climática dos sistemas agrícolas. |
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Este relatório sintetiza as conclusões dos estudos sobre a eficácia das políticas dos países OCDE e G20 que contribuem para a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) nos sectores da agricultura, silvicultura e outros usos da terra (AFOLU). São necessários mais esforços para avaliar os diferentes efeitos das políticas de mitigação direta e indireta, por forma a melhor refletir o contexto da política e considerar o seu alinhamento com outros objetivos do governo. |
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Este artigo apresenta uma lista de 17 indicadores para monitorizar o progresso na adaptação da produção agrícola a eventos climáticos extremos, em quatro dimensões principais: (1) a exposição da produção agrícola a eventos climáticos extremos, (2) a adoção de práticas agrícolas resilientes para reduzir a vulnerabilidade, (3) os impactos dos eventos climáticos extremos na produção agrícola e (4) as condições que permitem a adaptação agrícola. Visa fornecer uma ferramenta prática para esta avaliação, informando o nível de investimento e a priorização de medidas que possam contribuir para a resiliência da agricultura. |


