Panorama dos números do olival e azeite 41 e Pavia, com a conversão de olival tradicional em sistemas de maior produtividade e beneficiando do regadio do Caia e do Maranhão; e ainda o aumento de superfície em Trás-os-Montes (28,7%), por conta de fatores estruturais, tecnológicos e económicos, nomeadamente a conversão de olival tradicional em olivais de maior produção, a modernização dos lagares e técnicas de produção, a melhoria da gestão dos recursos (água) e a valorização do produto, com o reconhecimento da elevada qualidade do azeite transmontano. Ao analisarmos com maior detalhe a superfície de olival, com recurso aos inquéritos à estrutura e recenseamentos do INE, verifica-se que em 2023 havia 376,4 mil hectares de olival (+12,1% face a 2009), dos quais cerca de 182 mil estão concentrados em 2% das explorações (classes de SAU 20 a 50 hectares e ≥ 50 hectares → ver Gráfico 65). Nas classes de SAU até 5 hectares (muito pequena e pequena dimensão), com um total de 121,7 mil hectares (32% do total) encontram-se 91% das explorações. Observa-se um aumento significativo na superfície integrada nas classes de SAU de maior dimensão (+38%) e um decréscimo nas de menor dimensão (-8%), comparativamente com o Recenseamento Agrícola de 2009 (RA2009), que registou 40% da área Gráfico 75 – Superfície de olival, por região agrária em 2024 (%) G73 GRAF 75 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 2020 2022 2024 EDM 0% TM 21% BL 4% BI 12% RO 6% ALT 54% ALG 3% 380 779 Fonte: GPP, a partir de INE, Estatísticas da produção vegetal Mapa 21 – Superfície de olival, por freguesia (1989 e 2019) Fonte: GPP, a partir de INE, RA 1989, 2019 e Estatísticas da produção vegetal
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